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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Museu dos Brinquedos - Instituto Cultural Luiza de Azevedo Meyer


(Foto: Ludmila Tavares)
 O próprio museu já nos lembra um brinquedo: casinha de boneca. Um espaço charmoso, aconchegante e, é claro, divertido. De uma história de sonho e carinho familiar, essa casa se transformou em um baú de casos não só da infância da idealizadora, mas de todas as nossas.

(Foto: Ludmila Tavares)
 Antes de mostrar o acervo, vale a pena contar um pouco da história de Luiza de Azevedo Meyer. Nascida em 1912, em São João Del Rey, guardou inúmeros brinquedos pessoais, dos filhos e dos mais de vinte netos.
(Foto: http://www.museudosbrinquedos.org.br/)
Seu sonho de ter um museu dos brinquedos só foi ser realizado 6 anos após seu falecimento, em 2006, com
o apoio de familiares e amigos. Mas mesmo antes de ter um museu, Luiza já fazia exposições itinerantes em shoppings, casas de cultura e galerias de arte.

(Foto: Ludmila Tavares)
O primeiro passo da visita é essa simpática sala colorida.

(Foto: Ludmila Tavares)
Com réplicas de brinquedos antigos perfeitas e peças em tamanho gigante de dado, peão, dominó e quebra-cabeça penturados no teto, os visitantes são convidados para conhecer a história dos brinquedos no mundo.

(Foto: Ludmila Tavares)
Cada gaveta colorida guarda um brinquedo antigo com uma breve história. A cor e padrão da gaveta está associada ao mapa plotado na parede que aponta a origem de cada um. Bingo, jogo de varetas, tangran são apenas alguns exemplos das peças expostas.


(Foto: Ludmila Tavares)
Partindo para a geração dos brinquedos industrializados, o segundo ambiente nos convida a relembrar as bonecas, aviões, autorama, banco imobiliário, robôs, ursos e outros personagens que marcaram nossa infância e dos dos nossos pais.

(Foto: Ludmila Tavares)
Para quem gosta do homem-morcego mais famoso do mundo, conheça o espaço do Batman. Uma coleção dos brinquedos já produzidos levando a história do cavaleiro das trevas.

(Foto: Ludmila Tavares)
É claro que as charmosas Barbies, seu namorado Ken, filhas, amigas e diversas linhas lançadas em torno dessa boneca não podiam ficar fora dessa.

(Foto: Ludmila Tavares)
É inevitável não procurar aquela Barbie que você brincou ou, no meu caso, recordar das minhas bonecas de cabelo [mal] pintado por mim e os braços riscados de caneta Bic.


(Foto: Ludmila Tavares)

 Uma que eu não conhecia e adorei foi a Barbie grávida e vestida de oncinha.

(Foto: Ludmila Tavares)
Quem nunca fez (ou tentou fazer) uma escultura, uma ponte, um carro ou um urso de Lego? As pecinhas coloridas montáveis são outro destaque do museu.
(Foto: Ludmila Tavares)
Dos mais modernos aos que eu jamais pensei em conhecer, como o Lego System acima, o visitante poderá se divertir em um espeço reservado a contar um pouco da evolução do Lego.

(Foto: Ludmila Tavares)
Além das peças, me diverti com as próprias embalagens antigas. Vejam esta acima. Adorei!

(Foto: Ludmila Tavares)
Parece um detalhe, mas, para muitos visitantes, essa adaptação faz toda a diferença. O banheiro é bastante amplo, limpo e adaptado para deficientes físicos.

(Foto: Ludmila Tavares)

O museu recebe visitas de escolas e grupos agendados com oficinas, leituras de histórias, brincadeiras e acompanhento de guias que contam a história dos brinquedos nos ambientes. Eu pude acompanhar parte da visita de uma escola e fiquei surpresa com o interesse e fascínio das crianças que não paravam de fazer perguntas e comentários.

(Foto: Ludmila Tavares)
O museu possui uma área aberta com brincadeiras de rua como amarelinha, mas esta área estava vazia por estar chovendo durante a minha visita.

(Foto: Ludmila Tavares)
Uma visita para todas as idades. Ideal para quem quer ilustrar sua época de criança para seus filhos e netos além de relembrar não só os brinquedos de sua infância, mas viajar em lembranças de amigos, sabores, momentos e prazeres de uma época quando o mundo só te pedia para brincar.

(Foto: Ludmila Tavares)
Se você tem um brinquedo que não usa mais, vai uma dica! O museu aceita doações. O que acha de fazer da sua memória um pedacinho de infância para muita outras pessoas?

(Foto: Ludmila Tavares)

Boa diversão e ótimas recordações!

Monitores e funcionários: 10
Ambiente: 10
Localização: 10
Conservação: 10
Público encontrado: crianças em excursão com a escola.
Estacionamento: pago ao lado do museu (particular, sem qualquer relação).
Valor do ingresso: De segunda à sexta: R$6. Sábado e feriados: R$8. Não há meia-entrada.
*Classificações (0 a 10)

SERVIÇO:
Endereço: Avenida Afonso Pena, 2564, no bairro Funcionários. Belo Horizonte. Minas Gerais. CEP 30130-007

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h (R$ 6,00). Aos sábados e feriados (R$ 8,00), das 10h às 17h.


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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Museu de Arte da Pampulha (MAP)

(Foto: Ludmila Tavares)
Apesar de conhecido, muitos belorizontinos nunca visitaram o Museu de Arte da Pampulha. Localizado na orla da lagoa, o espaço foi originalmente um cassino que foi fechado poucos anos depois após o jogo ter sido proibido no país.
 
(Foto: Ludmila Tavares)
 Projetado por Niemeyer na década de 1940, o espaço recebe há mais de 50 anos obras de artistas, em sua maioria, da arte contemporânea. Além das exposições, o museu possui projetos musicais e exposições de vídeos e filmes.

(Foto: Ludmila Tavares)
Uma parede com vários blocos espelhados exibem os dois andares da área interna refletindo suas curvas e linhas.

(Foto: Ludmila Tavares)
No dia da minha visita, as obras eram do irreverente pernambucano Paulo Brusky, pioneiro na prática de performances no Brasil tendo iniciado sua carreira artística na década de 1970.
(Foto: Ludmila Tavares)

Arte literalmente até o teto. Questionador da arte e vencedor de prêmio na Bienal de São Paulo, exibiu obras interativas e invasivas, como carimbos e papéis para que pudéssemos brincar além de cartas e aquivos pessoais disponibilizados para uma invasão consentida de sua vida .

(Foto: Ludmila Tavares)
Os jardins externos são uma obra em particular. Projetados por Burle Marx, seus caminhos e trilhas ao redor no museu nos levam a paisagens incríveis.


(Foto: Ludmila Tavares)

Encontrei casais, famílias, turistas e fotógrafos que passaram horas caminhando e descansando nos gramados observando a lagoa e os jardins.

(Foto: Ludmila Tavares)
Para encerrar meu passeio, acompanhei o pôr-do-sol à margem da lagoa.

Monitores e funcionários: 7
Ambiente: 8
Localização: 9 (há placas orientando como chegar ao local na região)
Conservação: 10
Público encontrado: famílias, casais e turistas.
Estacionamento: gratuito em frente à portaria de entrada.
Valor do ingresso: entrada gratuita.
*Classificações (0 a 10)

SERVIÇO:
Endereço: Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585 – Pampulha, Belo Horizonte, MG, Brasil
CEP 31365-450
Tel: 31 3277-7946
31 3277-7946 Fax: 31 3277-7996
Telefone para agendamento de visitas orientadas: 3277-7953
e-mail:
map@pbh.gov.br
FUNCIONAMENTO:
Horário de visitas:
3ª a domingo, das 8 às 20h
Ônibus: Circular 505, 2212B, 2213 ou 2215 e, fins de semana, 5030. Descer na Avenida Portugal, em frente ao supermercado Supernosso. Atravessar a Avenida e descer pela Rua dos Estados, até a Orla da Lagoa. Virar à direita.


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domingo, 28 de novembro de 2010

Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG em BH

(Foto: Ludmila Tavares)
  
Após indicação da minha mãe, decidi fazer uma visita ao Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG. Nem a chuva que me acompanhou atrapalhou o passeio, pois as copas das árvores formaram um belo guarda-chuva.
 
(Foto: Ludmila Tavares)
 Para quem curte plantas, o museu é o espaço ideal para passar uma tarde de final de semana. Há vários espaços dedicados tema: "Plantas Medicinais e Aromáticas",  uma estufa e viveiro com mudas de árvores da própria área de preservação.
   
(Foto: Ludmila Tavares)
Outro espaço verde interessante são os canteiros com plantas que nos convidam a explorar nossos sentidos.

(Foto: Ludmila Tavares)

 Cada espécie possui uma placa indicativa com o nome popular, científico, família, origem, características,  curiosidades e um ícone indicando qual sentido pode ser explorado. Você pode retirar uma folha e sentir a textura, o cheiro e até o sabor de algumas espécies.

Foto: Ludmila Tavares)
 
Outro espaço interessante é a galeria de Mineralogia.

(Foto: Ludmila Tavares)
O acesso é feito por uma caverna artificial que insere o visitante no clima da mineração.

(Foto: http://www.mhnjb.ufmg.br/)

(Foto: Ludmila Tavares)


Depois da caverna, encontramos expostas pedras, chumbo, grafite e outros minerais devidamente entiquetados.

(Foto: http://www.mhnjb.ufmg.br/)


O Museu possui palestras diárias com vários temas e horário agendado. Eu assisti à "Morcegos: Verdades e Mitos". A linguagem é voltada para as crianças, mas o conteúdo não deixa de ser interessante a todos. 

(Foto: Ludmila Tavares)

Durante 30 minutos, uma instrutora fala sobre os hábitos e tipos de morcegos. Ao final, os visitantes são convidados a ver morcegos conservados em vidros e tocar uma espécie já morta para sentir sua textura e conhecer de perto o tão temido animalzinho. 

(Foto: Ludmila Tavares)

Mas o espaço mais instigante, para mim, foi o de Paleontologia. Fósseis e réplicas de várias espécies são espalhadas nos dois ambientes. 
 
(Fotos: Ludmila Tavares)

Uma simulação de uma escavação paleontológica também chama a atenção de quem passa. Na verdade, trata-se de uma homenagem ao dinamarquês Peter Lund, resposável por várias escavações em Lagoa Santa (MG). 
 
(Foto: Ludmila Tavares)

(Foto: Ludmila Tavares)
Além do mostrado aqui, o espaço possui trilhas, lagoa, e diversos outros ambientes e temas que recomendo uma visita.
(Foto: Ludmila Tavares)


Para quem não sabe, o presépio do Pepiripau fica dentro do Museu. Mas fiquem atentos aos dias de funcionamento, pois quando fui o espaço estava em manutenção.

(Foto: http://www.mhnjb.ufmg.br/)

No site do museu (http://www.mhnjb.ufmg.br/) você encontra fotos e apresentação dos ambientes e exposições permanentes e temporárias.


Monitores didáticos: 9
Ambiente: 9
Localização: 9 (há placas orientando como chegar ao local na região)
Conservação: 10
Público encontrado: o museu estava bastante vazio, com algumas famílias e casais
Estacionamento: gratuito em frente à portaria de entrada
Valor do ingresso: R$ 4,00 (alunos da UFMG não pagam entrada; não há meia entrada)
*Classificações (0 a 10)


SERVIÇO:
Endereço: Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês. Belo Horizonte, MG. Brasil.
http://www.mhnjb.ufmg.br/ (31) 3482-9723
Metrô:
Estação Santa Inês
Ônibus:
4665, 4802, 8001, 9105, 9205, 9207, 9550

Horários:
- de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h;
- sábado e domingo, das 10h às 17h.
Obs.: O MHNJB está fechado para visitas às segundas-feiras.

As visitas em grupos só podem ser feitas de terça a sexta-feira. Os visitantes individuais ou em grupos de até 12 pessoas não precisam fazer agendamento prévio para visitar o MHNJB.
 


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VARANDÃO: Restaurante com linda vista de Belo Horizonte

Neste sábado conheci o Varandão, restaurante do Othon Palace (Belo Horizonte).


O restaurante fica no 25º andar no hotel que está localizado no centro de Belo Horizonte. É aberto ao público e oference buffet e pratos a la carte. Além do ambiente agradável e do bom atendimento, o que mais impressiona é a vista que temos da região central e leste da cidade.

O restaurante conta com dois ambientes. Um fechado (foto acima) com o buffet e outro a céu aberto com uma piscina entre as mesas. Ambos com grandes janelas de vidro (que não podem ser abertas) para que os clientes possam desfrutar de uma bela paisagem da capital.

A minha visita foi noturna. E como amo fotografia, não pude deixar de registrar a imagem da cidade. Para aqueles que procuram um lugar para fotografar BH, uma boa notícia: fui ao restaurante com uma amiga. Pedi para fotografar a vista utilizando tripé com o restaurante em funcionamento. Ao contrário de muitos outros lugares, eles não só deixaram como nos receberam muito bem.
 
(foto: Ludmila Tavares)


Atendimento: 10
Ambiente: 9
Localização: 8
Público encontrado no horário: 35 - 70 anos
Estacionamento: terceirizado no local
*Classificações (0 a 10)


SERVIÇO:
Endereço: Av. Afonso Pena, 1050 Centro - Belo Horizonte - MG - CEP: 30130-003
Tel: 55 31 2126 0000 / Fax: 55 31 2126 0061


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